Arquivos Da Delegacia à Prova - Professor & Coach Delegado Ronaldo Entringe

Da Delegacia à Prova: professor e aluno autista de 14 anos — estupro de vulnerável (art. 217-A, § 1º), importunação sexual e a prova do discernimento.

A partir dos 14 anos, o autismo não basta para o estupro de vulnerável: o art. 217-A, § 1º, exige prova da falta de discernimento. Sem ela, o fato é importunação sexual, com aumentos pela condição de professor e pela deficiência da vítima.

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Da Delegacia à Prova: estupro de vulnerável revelado anos depois — prescrição, provas e o que o caso ensina.

O estupro de vulnerável revelado na vida adulta ainda pode ser punido: prescreve em 20 anos e, para fatos a partir de 18/05/2012, o prazo só começa quando a vítima completa 18 anos. Veja como a lei no tempo, a prova e a investigação decidem o caso.

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Da Delegacia à Prova: sete crianças trancadas em casa — cárcere privado, maus-tratos, abandono de incapaz e coação no curso do processo.

Atualizado em 7 de novembro de 2026. Em uma frase: mães que mantêm sete filhos pequenos trancados a cadeado, numa casa sem água, comida e energia, podem responder por cárcere…

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Da Delegacia à Prova: três crianças, o mesmo modo de agir — estupro de vulnerável, reconhecimento pelas redes sociais e prisão temporária.

Atualizado em 7 de novembro de 2026. Em uma frase: quem atrai crianças com o mesmo pretexto, em datas distintas, e pratica ou tenta praticar atos libidinosos com elas comete…

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Da Delegacia à Prova: professor reincidente que toca aluno de 17 anos — importunação sexual, prisão preventiva e reincidência.

Toque nos órgãos genitais de aluno de 17 anos, sem violência, é importunação sexual com aumento por ser o autor professor. Se ele reincide enquanto cumpre pena por crime sexual, o risco atual de reiteração justifica a prisão preventiva.

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Da Delegacia à Prova: preso que “namora” menina de 13 anos — estupro de vulnerável e corrupção de menores do ECA (art. 244-B)

Caso real da DERCCA, anonimizado: o preso que se relaciona com uma menina de 13 anos e financia a compra de um celular furtado responde por estupro de vulnerável e por corrupção de menores do ECA (art. 244-B). Veja todas as hipóteses de dolo, dolo eventual e culpa, e por que os arts. 218 e 218-B do CP não se aplicam.

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Da Delegacia à Prova: pai e médico indiciados pela morte de criança de 2 anos — homicídio culposo por omissão, erro médico e o art. 121, § 4º.

O pai que não busca atendimento para a filha doente responde por homicídio culposo por omissão, se a perícia provar que o socorro a tempo evitaria a morte; o médico que viola a técnica responde por homicídio culposo, com o aumento do § 4º se houver regra técnica identificada.

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Da Delegacia à Prova: estupro de adolescente com deficiência em clínica de reabilitação — vulnerabilidade, estupro coletivo e lesão corporal.

Atualizado em 7 de novembro de 2026. Em uma frase: o abuso sexual de um adolescente de 17 anos com deficiência mental, praticado por quatro homens, é estupro de vulnerável…

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Da Delegacia à Prova: duas vítimas no mesmo quarto — estupro de vulnerável, a linha dos 14 anos e o crime continuado

Atualizado em 7 de novembro de 2026. Em uma frase: quem, no mesmo quarto e na mesma ocasião, pratica ato libidinoso com um menino de 9 anos e com um…

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Da Delegacia à Prova: fisioterapeuta que toca paciente adolescente — importunação sexual, fraude ou estupro? Todas as hipóteses

Toque íntimo sem consentimento do paciente é importunação sexual; toque aceito por engano sobre o procedimento é violação sexual mediante fraude; com força, estupro. Veja todas as hipóteses, com fatos fictícios, e a agravante do art. 61, II, "g".

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