O crime migrou para a tela, e a investigação precisa ir atrás dele. Golpes por WhatsApp e Pix, invasão de dispositivos, ransomware, clonagem de voz por inteligência artificial, SIM swap e fraudes bancárias movimentam bilhões e fazem vítimas todos os dias. Ao mesmo tempo, a prova digital exige cuidados que não perdoam improviso: hash, cadeia de custódia, preservação de dados e quebra de sigilo telemático.
Nesta seção, você encontra os dois lados do problema. Para quem estuda e investiga: a tipificação de cada conduta, as linhas investigativas, a jurisprudência do STF e do STJ sobre prova digital e os modelos de atuação da Polícia Judiciária. Para quem quer se proteger: como cada golpe funciona, os sinais de alerta e o que fazer se você já foi vítima.
Conteúdo produzido por Ronaldo Entringe, Delegado de Polícia Civil do Amapá, mestrando em Ciberdelincuencia pela Universitat Oberta de Catalunya e pós-graduando em Crimes Cibernéticos, Cibersegurança e Inteligência.
Golpe por meio de Pix noticiado no Canal de Notícias G1, segundo o qual o golpista instala um software (código malicioso no aparelho de celular da vítima, por exemplo, por…